Após dois meses no comando da pasta, o ministro do Trabalho e Emprego, Brizola
Neto, disse nesta quarta-feira, durante visita a Comissão de Trabalho,
Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados, que pretende marcar sua
gestão por meio do diálogo social, com a contribuição de trabalhadores,
empregadores e governo.
“Nossa
intenção é que seja um trabalho de cooperação que envolva as questões de
trabalho. O Brasil se insere na agenda internacional do trabalho decente com o
compromisso de erradicar mazelas, como o trabalho infantil e o escravo”,
disse.
O
ministro ressaltou as grandes conquistas do Brasil no campo do trabalho, como o
aumento da formalização nos últimos dez anos, o que fez com que 71% dos
trabalhadores tenham com seus direitos trabalhistas garantidos. Para ele, os
elementos que contribuíram para que o país atingisse esse índice foram os pisos
de proteção social, a política de aumento do salário mínimo e o programa Bolsa
Família, que estimulou a formalização do emprego. Por outro lado, reconhece que
a rotatividade ainda é grande.
“A rotatividade é fator que preocupa o governo e uma das coisas que notificamos é que existem setores que rodam a mão-de-obra pra enxugar custos. Temos que coibir esse processo”.
“A rotatividade é fator que preocupa o governo e uma das coisas que notificamos é que existem setores que rodam a mão-de-obra pra enxugar custos. Temos que coibir esse processo”.
O
ministro também destacou as medidas macroeconômicas adotadas pelo governo no
enfrentamento da crise internacional, consideradas, por ele, importantes para o
estimulo do desenvolvimento da economia nacional.
Dentre elas, mencionou a redução de juros e o enfrentamento da questão cambial.
“Há um lema do Ministério do Trabalho e Emprego, que é o de buscar aumento da competitividade, da produtividade, sem a retirada de direitos; e esse caminho tem sido feito com as medidas macroeconômicas adotas e também com o processo de investimento em educação, em qualificação profissional”, disse.
Dentre elas, mencionou a redução de juros e o enfrentamento da questão cambial.
“Há um lema do Ministério do Trabalho e Emprego, que é o de buscar aumento da competitividade, da produtividade, sem a retirada de direitos; e esse caminho tem sido feito com as medidas macroeconômicas adotas e também com o processo de investimento em educação, em qualificação profissional”, disse.
Fonte:
MTE
Nenhum comentário:
Postar um comentário